"Ler não é mais uma marca de sabedoria, mas de cidadania."
Emília Ferreiro
Leia!!!
Sugestões da 4ªB.
- AMOR NÃO TEM COR
Autor: Giselda L. Nicolelis
- A VOLTA AO MUNDO EM OITENTA DIAS
Autor:Júlio Verne
- ADEUS COMPUTADOR
Autor: Leney Werneck
- VIAGEM AO MUNDO DOS MICRÓBIOS
Autor: Samuel M. Branco
- A REBELIÃO DA PONTUAÇÃO
Autor: William Tucci
- A DROGA DA OBEDIÊNCIA
Autor: Pedro Bandeira
quarta-feira, 24 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
AMOR
AMOR
Uma vez você disse
Que me amava.
Outra vez você disse
Que não queria nada.
E agora eu percebi
Que está brincando comigo.
E está deixando
Meu coração de castigo.
Mas eu vou te falar
O que você quer, ou não saber
Que eu não consigo
Esquecer você.
Todos dizem que sou esquecida
E esqucida eu sei que sou
Mas como eu sou esquecida
Esqueci de te esquecer,
Pois você não me ensinou.
Jordana Falcão de Almeida
8ªB
Uma vez você disse
Que me amava.
Outra vez você disse
Que não queria nada.
E agora eu percebi
Que está brincando comigo.
E está deixando
Meu coração de castigo.
Mas eu vou te falar
O que você quer, ou não saber
Que eu não consigo
Esquecer você.
Todos dizem que sou esquecida
E esqucida eu sei que sou
Mas como eu sou esquecida
Esqueci de te esquecer,
Pois você não me ensinou.
Jordana Falcão de Almeida
8ªB
quinta-feira, 23 de abril de 2009
23 de Abril
23 de Abril
Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor
Homenagem a:
- Willian Shakespeare (23/04/1564 - 23/04/1616)
- Miguel de Cervantes (29/09/1547 - 23/04/1616)
Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor
Homenagem a:
- Willian Shakespeare (23/04/1564 - 23/04/1616)
- Miguel de Cervantes (29/09/1547 - 23/04/1616)
sábado, 18 de abril de 2009
Dia Nacional do Livro Infantil
"O Picapau Amarelo" é um livro divertido, surpreendente e emocionante... Afinal, quem não gostaria de passar uma temporada com os netos de Dona Benta para travessuras sem fim?
O Sítio do Picapau amarelo tornou-se tão famoso que até os moradores do mundo do faz-de-conta resolveram mudar-se para lá! Dá pra acreditar?
Após o recebimento de cartas do Pequeno Polegar, começam os preparativos para receber os famosos visitantes. Um a um, eles vão chegando. Entre os primeiros estão Branca de Neve e os Sete Anões. Em seguida vêm Aladin com os gênios das Mil e Uma Noites. Logo depois, a Gata Borralheira, Peter Pan e os meninos perdidos do País do Nunca. Aparecem ainda, Dom Quixote com Sancho Pança e os heróis da Mitologia Grega. Não faltam nem os fabulistas Esôpo e La Fontaine, que se misturam à incrível legião de seres encantados das histórias da Carochinha.
Após a chegada dos habitantes do mundo da imaginação, o dia-a-dia no sítio transforma-se em uma grande aventura... Tudo ocorre às mil maravilhas, até o palácio ser assaltado pelos personagens que não foram convidados. Como escapar d.os furiosos monstros das fábulas? Só lendo mesmo para saber!
Tudo isso foi escrito com muita descontração por José Bento Monteiro Lobato, nascido no dia 18/04/1882. O criador do Sítio do Picapau Amarelo deixou histórias que divertem e atiçam a curiosidade de todos nós. Não é à toa que sempre fica um gostinho de quero mais...
(Introdução feita pela aluna Mariana Geada Cavalieri - 8º C - 2009)
O Sítio do Picapau amarelo tornou-se tão famoso que até os moradores do mundo do faz-de-conta resolveram mudar-se para lá! Dá pra acreditar?
Após o recebimento de cartas do Pequeno Polegar, começam os preparativos para receber os famosos visitantes. Um a um, eles vão chegando. Entre os primeiros estão Branca de Neve e os Sete Anões. Em seguida vêm Aladin com os gênios das Mil e Uma Noites. Logo depois, a Gata Borralheira, Peter Pan e os meninos perdidos do País do Nunca. Aparecem ainda, Dom Quixote com Sancho Pança e os heróis da Mitologia Grega. Não faltam nem os fabulistas Esôpo e La Fontaine, que se misturam à incrível legião de seres encantados das histórias da Carochinha.
Após a chegada dos habitantes do mundo da imaginação, o dia-a-dia no sítio transforma-se em uma grande aventura... Tudo ocorre às mil maravilhas, até o palácio ser assaltado pelos personagens que não foram convidados. Como escapar d.os furiosos monstros das fábulas? Só lendo mesmo para saber!
Tudo isso foi escrito com muita descontração por José Bento Monteiro Lobato, nascido no dia 18/04/1882. O criador do Sítio do Picapau Amarelo deixou histórias que divertem e atiçam a curiosidade de todos nós. Não é à toa que sempre fica um gostinho de quero mais...
(Introdução feita pela aluna Mariana Geada Cavalieri - 8º C - 2009)
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Dia Nacional do Livro Infantil
O livro "O Picapau Amarelo" escrito por Monteiro Lobato, editora Globo, contém lindos desenhos feitos por Paulo Borges.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Dia Nacional do Livro Infantil
DIA 18 DE ABRIL
DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL
A partir de agora estaremos apresentando, em capítulos, as deliciosas aventuras de nossos heróis. AGUARDEM!
Daniel Rangel de Aquino em nome de Maria Penha Camporez Pimentel.
quarta-feira, 11 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
Atenção
Atenção, você internauta, já está funcionando o novo e-mail da "Vesperteca", também funcionando como msn, que é o seguinte: vesperteca_evs@hotmail.com.
Adicione-nos no seu msn ou mande dicas, sugestões, críticas, etc para o nosso e-mail!!
Adicione-nos no seu msn ou mande dicas, sugestões, críticas, etc para o nosso e-mail!!
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Reabertura da biblioteca
Já que na semana que vem aí (09/03 - 13-03) está prevista a reabertura da biblioteca publicamos em nosso blog algumas dicas, então, fique ligado e preste bem a atenção.
Ao preservar um livro você demonstra consciência crítica e reflexiva diante do papel da leitura e do "ser crítico".
Percebe-se atualmente , a fragilidade com que fabricam livros, principalmente os didáticos e de
literatura. Estes livros, que deveriam ter uma vida mais duradoura, são atualmente considerados materiais consumíveis e descartáveis, devido a fragilidade de sua encadernação.
Portanto, é importante desenvolver a conscientização dos usuários, do acervo escolar, para que resulte em economia todo o processo de preservação de um livro.
Ao preservar um livro você demonstra consciência crítica e reflexiva diante do papel da leitura e do "ser crítico".
Percebe-se atualmente , a fragilidade com que fabricam livros, principalmente os didáticos e de
literatura. Estes livros, que deveriam ter uma vida mais duradoura, são atualmente considerados materiais consumíveis e descartáveis, devido a fragilidade de sua encadernação.
Portanto, é importante desenvolver a conscientização dos usuários, do acervo escolar, para que resulte em economia todo o processo de preservação de um livro.
Atenção!!!
Caro usuário!
Você é peça chave para a manutenção de seus livros e daqueles que você usa emprestado.
Assim, discriminamos alguns procedimentos básicos, para que os livros tenham uma "vida um pouco mais duradoura".
São estes:
- Não manuseá-los com as mãos sujas.
- Não usar grampos e clipes metálicos para marcar as páginas.
- Não dobrar suas páginas (orelhas).
- Usar marcadores próprios evitando efetuar marcas e dobras.
- Não fazer marcações à caneta ou à lápis.
- Não deixa-lo exposto ao sol ou qualquer tipo de umidade.
- Não apoiar os cotovelos sobre ele.
- Não cortar ou rasgar folhas.
- Nunca umedecer os dedos com líquidos para virar as páginas.
- Não comer ou beber enquanto faz a leitura.
Você é peça chave para a manutenção de seus livros e daqueles que você usa emprestado.
Assim, discriminamos alguns procedimentos básicos, para que os livros tenham uma "vida um pouco mais duradoura".
São estes:
- Não manuseá-los com as mãos sujas.
- Não usar grampos e clipes metálicos para marcar as páginas.
- Não dobrar suas páginas (orelhas).
- Usar marcadores próprios evitando efetuar marcas e dobras.
- Não fazer marcações à caneta ou à lápis.
- Não deixa-lo exposto ao sol ou qualquer tipo de umidade.
- Não apoiar os cotovelos sobre ele.
- Não cortar ou rasgar folhas.
- Nunca umedecer os dedos com líquidos para virar as páginas.
- Não comer ou beber enquanto faz a leitura.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Reabertura da Biblioteca Pública Estadual
Olá internautas!
Nós ainda estamos com a nossa biblioteca em recesso. Porém, não se desesperem! Vocês poderão visitar a Biblioteca Pública Estadual Levy Curcio da Rocha.
Nossa bibliotecária Fany Lobo trabalha lá no período vespertino e para você pegar um livro emprestado, basta levar um documento de identidade com foto (pode ser a carteirinha de estudante) e um comprovante de residência.
O horário de funcionamento é de 8 às 19 h de segunda a sexta.
Localização: Av. João Batista Parra, n° 165, Enseada do Suá
Telefone: (27) 3137-9351
Vamos lá, galera! Leiam bastante!
"Dos diversos intrumentos do homem, o mais assombroso é, sem dúvida, o livro. Os demais são extensõe de seu corpo. O microscópio, o telescópio são extensões de sua visão; o telefone é a extensão de sua voz; em seguida, temos o arado e a espada, extensões de seua braço.
O livro, porém, é outra coisa: o livro é uma extensão da memória e da imaginação."
(Jorge Luis Borges)
Nós ainda estamos com a nossa biblioteca em recesso. Porém, não se desesperem! Vocês poderão visitar a Biblioteca Pública Estadual Levy Curcio da Rocha.
Nossa bibliotecária Fany Lobo trabalha lá no período vespertino e para você pegar um livro emprestado, basta levar um documento de identidade com foto (pode ser a carteirinha de estudante) e um comprovante de residência.
O horário de funcionamento é de 8 às 19 h de segunda a sexta.
Localização: Av. João Batista Parra, n° 165, Enseada do Suá
Telefone: (27) 3137-9351
Vamos lá, galera! Leiam bastante!
"Dos diversos intrumentos do homem, o mais assombroso é, sem dúvida, o livro. Os demais são extensõe de seu corpo. O microscópio, o telescópio são extensões de sua visão; o telefone é a extensão de sua voz; em seguida, temos o arado e a espada, extensões de seua braço.
O livro, porém, é outra coisa: o livro é uma extensão da memória e da imaginação."
(Jorge Luis Borges)
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Ler Devia Ser Proibido
A pensar a fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido. Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Don Quixote e Madamme Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram, meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tornou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-lo com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas pra que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem necessariamente ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas.É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não dêem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, podem levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, podem estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos, em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista da sua liberdade.
O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas lêem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais, etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. É esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há correntes, prisões tampouco. O que pode ser mais subversivo do que a leitura?
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns. Jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova... Ler deve ser coisa rara, não pra qualquer um. Afinal de contas, a leitura é um poder e o poder é para poucos. Para obedecer, não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos. A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida.Ler pode tornar o homem perigosamente humano.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas pra que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem necessariamente ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas.É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não dêem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, podem levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, podem estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos, em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista da sua liberdade.
O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas lêem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais, etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. É esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há correntes, prisões tampouco. O que pode ser mais subversivo do que a leitura?
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns. Jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova... Ler deve ser coisa rara, não pra qualquer um. Afinal de contas, a leitura é um poder e o poder é para poucos. Para obedecer, não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos. A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida.Ler pode tornar o homem perigosamente humano.
Guiomar de Grammont
Livros Mais Lidos 2008
Os mais procurados...
O Estudante
Adelaide Carraro - Ed. Global
O Diário de Biloca
Edson Gabriel Garcia - Ed. Atual
Papéis de Lucas
Júlio Emílio Braz - Ed. Ediouro
O Gênio do Crime
João Carlos Marinho - Ed. Global
O Mistério de Cinco Estrelas
Marcos Rey - Ed. Global
Sangue Fresco
João Carlos Marinho - Ed. Global
Depois Daquela Viagem
Valéria Piassa Polizzi - Ed. Ática
Lendas Capixabas
Recontadas por Rodrigo Campaneli - Ed. Casa de Artes Campaneli Ltda.
Sete Ossos e uma Maldição
Rosa Amanda Strausz - Ed. Rocco
Meu Tio Matou um Cara
Jorge Furtado - L & PM
As Crônicas de Nárnia
Lewis C. S. - Ed. Martins Fontes
Coleção Meu Primeiro Amor (COMPLETA)
O Estudante
Adelaide Carraro - Ed. Global
O Diário de Biloca
Edson Gabriel Garcia - Ed. Atual
Papéis de Lucas
Júlio Emílio Braz - Ed. Ediouro
O Gênio do Crime
João Carlos Marinho - Ed. Global
O Mistério de Cinco Estrelas
Marcos Rey - Ed. Global
Sangue Fresco
João Carlos Marinho - Ed. Global
Depois Daquela Viagem
Valéria Piassa Polizzi - Ed. Ática
Lendas Capixabas
Recontadas por Rodrigo Campaneli - Ed. Casa de Artes Campaneli Ltda.
Sete Ossos e uma Maldição
Rosa Amanda Strausz - Ed. Rocco
Meu Tio Matou um Cara
Jorge Furtado - L & PM
As Crônicas de Nárnia
Lewis C. S. - Ed. Martins Fontes
Coleção Meu Primeiro Amor (COMPLETA)
Maiores Leitores Vespertino 2008

Elaine e Evelly curtindo o recreio na biblioteca.

Pequena Grande leitora Elaine.

E sua irmã, também grande leitora, Evelly.
Maiores leitores de 2008 – vespertino
1º - Anna Caroline P. Rodrigues de Santana - 6ª C
(45 livros)
2º - Evellen Cazarotto Mateus - 6ªC
(43 livros)
3º - Evelly Dias Pires - 3ªB
(45 livros)
4º - Mariana Geada - 7ªC
(41 livros)
5º - Elaine Dias Pires - 1ªC
Ingrid Gomes de Castro Sá - 4ªD
(37 livros)
Olá Leitores...
Sejam bem vindos ao blog da biblioteca "Ana Maria Chaves Colares".
Aqui vocês irão encontrar o registro de diversos acontecimentos de nossa biblioteca.
Fique ligado e participe!!!!!!
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